Quanto as plataformas ganham com Tesouro Direto?

Tesouro Direto diversifica a carteira, mas não gera receita para a plataforma

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Os títulos públicos do Tesouro Direto são um dos poucos produtos que não geram receita para a maior parte das plataformas de investimento. É por isso que é relativamente comum que bancos e outras corretoras não estimulem o investidor a aplicar em Tesouro Direto.

O título público pode ser importante para a sua carteira de investimentos. É sempre importante contar com a ajuda do seu assessor para planejar uma carteira diversificada, alinhada com seu perfil de risco e seus objetivos.

Você pode consultar no site do Tesouro Direto a lista das instituições que cobram taxa de custódia ou não, e de quanto é essa taxa.

Na sim;paul, a taxa de custódia é zero. Sim! Aqui existe, de fato, a “taxa zero” da plataforma de investimentos. Não há pegadinhas.

Mas há um custo para o investidor do Tesouro Direto – e isso vale para todas as plataformas –, que é a taxa de custódia da Bolsa de Valores (B3), no valor de 0,25% ao ano sobre o total investido em títulos públicos.

A taxa de custódia não fica com as plataformas. Essa receita vai para a B3, responsável por administrar o sistema do Tesouro Direto, para cobrir despesas operacionais.

Há algumas exceções na cobrança da taxa de custódia. E a favor do investidor! Que bom, né?

Está isento de cobrança de taxa de custódia o investimento em títulos do tipo Tesouro Selic até o montante de R$ 10 mil por investidor. A taxa de custódia da B3 só incide sobre a parcela de investimentos nesse título que ficar acima de R$ 10 mil.

Além disso, a cobrança de 0,25% ao ano só incide sobre aplicações de até R$ 5 milhões, independentemente do título investido. A parcela de investimentos acima desse valor é isenta da taxa.

Normalmente, a cobrança da taxa de custódia é semestral, nos primeiros dias úteis de janeiro e de julho. Ela também acontece no momento do resgate do título, de forma proporcional à data de aplicação ou à data do último desconto semestral.