O que faz uma Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM)?

O que faz uma Corretora de Títulos e Valores Mobiliários (CTVM)?

Afinal, o que é CTVM?

Vamos supor que você precise comprar diversos itens diferentes para sua casa: carne, produtos de limpeza, almofadas, e uma série de outros artigos. Você pode ir até várias lojas diferentes para adquirir os produtos da lista ou pode ir até um hipermercado, e fazer todas as compras no mesmo local. 

Exemplificando o mercado financeiro, isso é basicamente o que ocorre com os investimentos: ao invés de precisar abrir contas em diversos bancos diferentes para adquirir um CDB aqui e um LCA ali, você pode fazer tudo em um só lugar: as corretoras de investimento funcionam como shoppings financeiros: elas oferecem uma grande variedade de produtos de investimento em um único local, facilitando a sua vida. 

A sigla CTVM (também conhecida por SCTVM) significa Sociedade Corretora de Títulos e Valores Mobiliários e sua função é intermediar as operações – o próprio termo corretora, vem da profissão de corretor: um corretor imobiliário costuma intermediar uma operação entre o comprador e o vendedor do imóvel.  A corretora de investimentos faz a ponte para conectar a negociação entre os produtos financeiros e os investidores. 

As corretoras de investimento apresentam muitas vantagens se comparadas aos bancos tradicionais: taxas mais baixas, menos custos, além de um grande portfólio de produtos. A grande maioria dos bancos tradicionais atua com uma plataforma fechada, o que significa que eles geralmente oferecem apenas produtos do próprio banco. Esse problema não acontece nas corretoras de investimento, justamente pelo conceito de elas funcionarem como uma espécie de shopping financeiro, reunindo todas as opções de investimento consolidadas em um só lugar. 

Vale ressaltar que as corretoras não emitem títulos – elas apenas fazem a intermediação deles. Além disso, ainda que ofereça diversos produtos para investimentos, a CTVM não é um banco. Sua função é acessar os ativos disponibilizados no mercado financeiro para rastrear as melhores oportunidades das diversas instituições diferentes.

Para que possa prestar serviços ao mercado financeiro, as corretoras precisam ser aprovadas e fiscalizadas pelos órgãos responsáveis, como a Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e o Banco Central do Brasil (Bacen). Com relação aos riscos, o FGC (Fundo Garantidor de Crédito) fornece a garantia sobre os títulos dos emissores, e não sobre os intermediadores (corretoras e distribuidoras). Atualmente, esse limite é de até R$250 mil por emissor e por CPF. 

Quais são as principais atividades de uma CTVM?

Nesta intermediação, as corretoras oferecem seus serviços, como plataformas de investimento digitais (home broker), consultoria financeira, financiamento para compra de ações (conta margem), administração e custódia de títulos e valores mobiliários dos clientes. 

Assim, em uma corretora você vai encontrar desde títulos de Renda Fixa (CDB, CRI, CRA, etc) até contratos de ouro

Além de intermediar e aproximar os investidores dos ativos oferecidos no mercado, as CTVM são responsáveis por outras atividades, como: 

  • Negociar (compra e venda) de ativos financeiros;
  • Promover a abertura de capital de novas companhias listadas nas Bolsas de Valores, os IPOs (Oferta Pública Inicial);
  • Prestar assessoria de investimentos aos clientes, indicando os melhores produtos para investir de acordo com perfil e metas de cada um.
  • Segmentar os clientes em diferentes perfis através do suitability para direcionar os produtos mais adequados para cada perfil.

Corretoras (CTVM) e distribuidoras (DTVM): qual é a diferença?

Muitas vezes, há uma confusão para compreender a diferença entre CTVM e DTVM (Sociedades Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários). 

Até 2009, existiam diferenças entre corretoras e distribuidoras. A distribuidora não podia operar no mercado de ações, apenas as corretoras. Porém, em 2009, em uma decisão entre Banco Central e CVM (Decisão Conjunta 17/2009) essa diferença deixou de existir. 

Atualmente, ambas possuem as mesmas habilitações e  podem operar no mesmo mercado, fazendo com que, na prática, não existam mais diferenças significativas do ponto de vista de atuação. Basicamente, as funções se tornaram as mesmas, mas o nome permaneceu diferente.

Como escolher uma corretora de investimentos?

Além de serem especialistas em investimentos, as corretoras são excelentes plataformas porque trazem uma grande vantagem em relação aos bancos tradicionais, que é a variedade de produtos disponíveis para aportes. 

Em meio a tantas opções já disponíveis no mercado financeiro atualmente, a sim;paul é uma corretora de investimentos que nasceu de um grupo de pessoas inconformadas com algumas regras do mercado e decidiu criar um modelo de negócios diferente

Investir não é algo óbvio – envolve matemática, análise e até mesmo finanças comportamentais. Ou seja, para tomar a melhor decisão de investimentos, considerando todos os seus planos e objetivos, não basta fornecer uma plataforma de produtos para que você escolha sozinho. 

Acreditamos que o papel de um profissional de investimentos é fundamental para entender, estudar e te ajudar a personalizar o seu portfólio. 

Nossos pilares são baseados na confiança, transparência – aqui, você exatamente como o assessor e a plataforma são remunerados – e na liberdade, tanto para o cliente, quanto para o profissional de investimentos. Além disso, acreditamos em ganhar juntos, compartilhando a riqueza gerada para a plataforma com você. 

Na nossa visão, só faz sentido lançar uma nova corretora de investimentos para, de fato, fazer a diferença. 

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